Fanatismo Religioso
E o homem ao se dar conta de que pensava, e podia criar e agir mudando o mundo a sua volta a seu bel prazer, constatou que passaria de apenas alimento para se tornar o topo da cadeia alimentar.
Esse animal, sem pelos e garras, com presas pequenas conseguiu através da inteligência e raciocínio criar ferramentas necessárias para caçar, armazenar água e viver em sociedade.
Com a sociedade veio também a necessidade de acreditar em algo superior que explicasse aquilo que o homem em seu nível pré-evolutivo não tinha como conceber ou entender.
Então criou deuses para tudo, o deus do sol, o deus da chuva, o deus da caça, o deus do amor, entre muitos outros. O tempo passa e o ser humano avança em sua mente, e sua sociedade começa a evoluir a patamares nunca antes vistos, começa a trabalhar com metais, armazenar alimentos, a conquistar territórios, a evoluir e progredir da forma como podiam, e começam a aparecer na mente de alguns pensadores, conceitos de apenas um Deus único, a inteligência suprema criador de tudo.
A ampulheta do tempo ainda perde os grãos de areia, e o homem se vê agora, vendo o sacrifício de um único homem, pregado em uma cruz, sofrendo humilhações e maus tratos, pois todos desacreditavam no que ele pregava. Sendo punido por desejar e semear o amor entre todos.
Milhares de anos se passam, e a crença naquele homem se intensifica, agora o ser humano com suas máquinas voadoras e seus super potentes computadores, conseguem viajar de um lado ao outro do mundo em questão de horas, conseguem se comunicar com uma pessoa no meio do nada, e até sair do globo planetário já saíram. Porém ainda não compreendem uma só coisa... AMOR e RESPEITO.
Jesus veio a Terra, trazer revelações, mas como revelar algo a crianças em sua senda evolutiva? Desde então se criaram formas erradas de entendimento. A “palavra sagrada” é lida na integra sem a interpretação que se deve, e assim o homem ao invés de evoluir está regredindo.
Quando alguém propõe algo novo, esse é marginalizado e simbolicamente “crucificado”, então vivemos num ciclo de idéias passadas, onde o novo não é aceito, e o velho é tido como imutável, esses também querem transformar nossa vida em algo imutável. E longa vida ao ócio. Longa vida ao estacionamento evolutivo.
Eu não pertenço a esse ciclo, e me livro dos preconceitos, procuro entender o que quero, tenho uma fé raciocinada. E você? Como se enquadra?
- Postado por: IceD® às 08h11
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